Nos idos de 1694, após resistir aos contantes ataques – entre os anos de 1687 a 1694
–, o Quilombo de Palmares, foi destruído em fevereiro, por tropas do bandeirante paulista
Domingos Jorge Velho.
Palmares foi o mais importante ajuntamento de quilombos do
período colonial e durou quase um século.
Sua população teria alcançado um número
estimado entre 6 mil e 20 mil pessoas, distribuídas numa área de 150 quilômetros de
comprimento e 50 quilômetros de largura, localizada entre Pernambuco e Alagoas.
Seu
último líder, Zumbi, sobreviveu à destruíção do quilombo, mas morreu no ano seguinte.
Por
conta de seu valor, tornou-se o principal símbolo da resistência negra à escravidão.
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
Poesias
sábado, 22 de fevereiro de 2020
Revolta dos Beckman
À seguir, em 1684, proprietários rurais, liderados pelos irmãos Manuel e Tomás
Beckman, revoltaram-se contra a Companhia de Comércio do Maranhão, que não cumpriu
com seu objetivo de fornecer escravos, utensílios e equipamentos.
Também eram contrários às posições dos jesuítas, que impediam a escravização indígena.
Em razão disso, promoveram a“Revolta dos Beckman”.
A metrópole ao tomar conhecimento do levante, interveio.
Manuel Beckman foi executado junto com Jorge Sampaio, outro participante da revolta, e os demais líderes foram condenados à prisão perpétua.
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
Também eram contrários às posições dos jesuítas, que impediam a escravização indígena.
Em razão disso, promoveram a“Revolta dos Beckman”.
A metrópole ao tomar conhecimento do levante, interveio.
Manuel Beckman foi executado junto com Jorge Sampaio, outro participante da revolta, e os demais líderes foram condenados à prisão perpétua.
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
Companhia de Comércio do Maranhão
No ano de 1654, em troca do apoio recebido na guerra contra a Espanha, Portugal
promoveu a abertura de mercado aos ingleses.
No Brasil ficaram excluídos apenas os produtos sob monopólio da Coroa: pau-brasil, bacalhau, farinha de trigo, vinho e azeite.
Em 1682, Portugal fundou a Companhia de Comércio do Maranhão, que estimulou a agricultura de cana-de-açúcar e de algodão por meio de fornecimento de crédito, transporte e escravos.
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
No Brasil ficaram excluídos apenas os produtos sob monopólio da Coroa: pau-brasil, bacalhau, farinha de trigo, vinho e azeite.
Em 1682, Portugal fundou a Companhia de Comércio do Maranhão, que estimulou a agricultura de cana-de-açúcar e de algodão por meio de fornecimento de crédito, transporte e escravos.
Luciana Celestino dos Santos
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Insurreição Pernambucana
Em 1645 após volta de Maurício de Nassau à Holanda, os proprietários de terras de
Pernambuco passaram a ter mais dificuldade de conseguir crédito na Companhia Holandesa
das Índias Ocidentais.
Em razão disso, os latifundiários deram início à propalada insurreição, visavando expulsar os holandeses da região.
Assim iniciou-se a Insurreição Pernambucana.
No começo, Portugal não deu nenhum auxílio, interessado que estava em garantir o apoio da Holanda para enfrentar a Espanha na luta pelo fim da União Ibérica.
Com isso, entre 1648 e 1649, forças militares do Maranhão e do governo geral da Bahia derrotaram os holandeses, na Batalha dos Guararapes.
Mas a insurreição só acabou quandos os holandeses, enfraquecidos por uma guerra contra a Inglaterra (1652), se retiraram da região em 1654.
Com isso, a soberania portuguesa sobre a Vila do Recife foi reconhecida pela Holanda no Tratado de Paz de Haia, de 1661.
Para isso Portugal pagou aos holandeses uma grande indenização para que desistissem das terras coloniais.
Em 1649, Portugal criou a Companhia Geral de Comércio do Brasil para auxiliar a resistência pernambucana às invasões holandesas e facilitar a recuperação da agricultura canavieira do Nordeste depois dos conflitos.
Sua principal atribuição era fornecer escravos e garantir o transporte do açúcar para a Europa.
Luciana Celestino dos Santos
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Em razão disso, os latifundiários deram início à propalada insurreição, visavando expulsar os holandeses da região.
Assim iniciou-se a Insurreição Pernambucana.
No começo, Portugal não deu nenhum auxílio, interessado que estava em garantir o apoio da Holanda para enfrentar a Espanha na luta pelo fim da União Ibérica.
Com isso, entre 1648 e 1649, forças militares do Maranhão e do governo geral da Bahia derrotaram os holandeses, na Batalha dos Guararapes.
Mas a insurreição só acabou quandos os holandeses, enfraquecidos por uma guerra contra a Inglaterra (1652), se retiraram da região em 1654.
Com isso, a soberania portuguesa sobre a Vila do Recife foi reconhecida pela Holanda no Tratado de Paz de Haia, de 1661.
Para isso Portugal pagou aos holandeses uma grande indenização para que desistissem das terras coloniais.
Em 1649, Portugal criou a Companhia Geral de Comércio do Brasil para auxiliar a resistência pernambucana às invasões holandesas e facilitar a recuperação da agricultura canavieira do Nordeste depois dos conflitos.
Sua principal atribuição era fornecer escravos e garantir o transporte do açúcar para a Europa.
Luciana Celestino dos Santos
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Invasão Holandesa no Maranhão
No ano de 1641, iniciou-se a Invasão Holandesa no Maranhão, que perdurou até
1644, quando os holandeses foram expulsos pelos portugueses.
Essa invasão foi ordenada por Maurício de Nassau, que procurou consolidar as posições holandesas no país antes que o armistício entre Holanda e Portugal fosse amplamente divulgado no Brasil.
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
Essa invasão foi ordenada por Maurício de Nassau, que procurou consolidar as posições holandesas no país antes que o armistício entre Holanda e Portugal fosse amplamente divulgado no Brasil.
Luciana Celestino dos Santos
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
Alheio
Quando nada se espera
É quando as coisas normalmente acabam por acontecer
Nada planejado, pensado e esperado
No passo descompassado das horas
O tempo corrido, apressado, desperdiçado
As montoeiras das gentes
Grandes aglomerações onde ninguém sabe para onde vai
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
É quando as coisas normalmente acabam por acontecer
Nada planejado, pensado e esperado
No passo descompassado das horas
O tempo corrido, apressado, desperdiçado
As montoeiras das gentes
Grandes aglomerações onde ninguém sabe para onde vai
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
Poeminhas
Poemas, poemetos
Palavras, pequenos textos,
Ideias vagas, pensamentos
Impressões várias
Com as quais me entretenho
Poeminhas
Não são nada mais
Do que a mais completa expressão
Do pensar e do sentir dos viventes,
E daqueles que possuem sensibilidade
Manancial de subjetividade
Subjacente aos melhores pensamentos
Luciana Celestino dos Santos
É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
Palavras, pequenos textos,
Ideias vagas, pensamentos
Impressões várias
Com as quais me entretenho
Poeminhas
Não são nada mais
Do que a mais completa expressão
Do pensar e do sentir dos viventes,
E daqueles que possuem sensibilidade
Manancial de subjetividade
Subjacente aos melhores pensamentos
Luciana Celestino dos Santos
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